LVM No Linux

17 May 2018 08:54
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is?g204eS95QsYu_wFW_msKZ0mJYKrgXTxpXo0ndyrCc7M&height=241 Um tutorial completo com bastante coisa a respeito do LVM do Linux, tuas funcionalidades e utilidades. LVM significa Logical Volume Manager. Como o nome diz, essa ferramenta é qualificado de administrar os chamados volumes lógicos, substituindo desse jeito as tradicionais partições nos discos. Utilizar volumes lógicos ao invés do esquema de particionamento comum traz novas boas vantagens. Contudo antes de saber dessas vantagens, necessitamos saber o que são esses tais volumes lógicos.Um volume lógico é nada mais nada menos que uma representação virtuais de pedaços de um aparelho fixo. Enquanto as partições definem esses pedaços "cruamente", o volume lógico permite maleabilidade pela hora de definir quem são esses pedaços. Aproveitando a oportunidade, acesse também este outro blog, trata de um tema relativo ao que escrevo por este artigo, podes ser proveitoso a leitura: storage hp preço. Tais como, um volume lógico poderá ter seu espaço dividido em 3 ou mais HDs, no entanto para o sistema operacional vai parecer como se fosse somente um dispositivo. Dessa forma começa a ficar clara as vantagens, não? Deixei 49GB pros arquivos de meu usuário (/home). Entretanto suponha que eu enchi esta partição com filmes pirateados.Em um cenário normal, eu teria que reformatar e refazer as partições pra colocar mais espaço no /home, ou adquirir um novo hd servidor maior e refazer tudo, depois copiando os detalhes. Isto não seria ótimo, né? Com o LVM, é possível você fazer isso de forma completamente transparente para o sistema operacional: isto isto é que você podes redimensionar estas partições, ou podes juntar um espaço de um novo HD em um volume lógico imediatamente elaborado. Outra vantagem é a criação dos chamados LVM Snapshots, que falarei mais à frente por este post. Fundamentalmente um snapshot é uma "parada no tempo" que você faz no volume lógico.Quando você o faz, o LVM faz uma cópia exata do volume lógico, congelado na hora que você pediu. Com isto você poderá usar o volume lógico para testes, backups e outros fins, sem modificar o original, que permanecerá trabalhando normalmente. O LVM acaba por bem como exercer alguns conceitos de RAID. Ao você apontar, por exemplo, dois HDs para funcionar como apenas um volume lógico, o LVM caso esteja trabalhando de uma certa forma, estará dividindo os dados entre os HDs, aumentando a velocidade. Esse é o conceito do RAID0. Em tal grau para servidores de amplo porte, com muito espaço e emprego de disco, quanto pras nossas máquinas caseiras do cotidiano, o LVM é uma ferramenta bastante útil.Atualmente todas as versões mais atuais do kernel 2.Seis agora vêm com o LVM e suas ferramentas inclusas. A maioria das distribuições de Linux bem como incluem os pacotes necessários pro funcionamento do mesmo. Ou melhor, pela extenso maioria dos casos, teu sistema terá de estar pronto pra utilizar o LVM. Nesse motivo não vou me extender sobre. Nesse artigo trabalhamos somente com o LVM2. Caso seu sistema for muito antigo e não portar estas funcionalidades, você deverá comprar o código-fonte do LVM, compilá-lo junto ao seu kernel e fazer todo o serviço adicional. Fundamentalmente você deverá compilar e instalar o device-mapper e o lvm2. As próprias páginas têm respectivas instruções de construção.Um ou mais discos enérgicos de 2,5 polegadas ou SSDExclusivo pra PS4, jogo do Homem-Aranha chega em 7 de setembroSuperior experiência de armazenamentoGerenciador de conexão de acesso remotoseis - AccordéonPra começar a usar o LVM, você vai ter que escolher quais dispositivos (partições) deseja usar com o LVM. Dessa maneira o primeiro passo é aprontar os dispositivos físicos a partir do utilitário fdisk. Por esse documento iremos usar três HDs: /dev/sdb, /dev/sdc, /dev/sdd, cada um com 2GB de espaço cada. Pra desenvolver as partições prontas para trabalhar com o LVM, utilize o fdisk e crie partições do tipo 8e (Linux LVM).No bloco acima eu executei o fdisk no HD /dev/sdb e storage hp preço desenvolvi uma partição usando todos os cilindros (tamanho máximo - 2GB), e configurando o tipo de partição pra 8e, gerando portanto uma partição Linux LVM. Agora que preparamos as partições para serem usadas pelo LVM, está pela hora de colocá-las em ação! As ferramentas do LVM conseguem ser usadas de duas formas: através de um prompt geral do lvm ou por intermédio de comandos na shell do sistema.". Dentro desse prompt você pode utilizar o comando help e todos os outros comandos que o LVM tem. Vamos começar adicionando ao LVM as três partições que criamos antecipadamente com o fdisk. Sem demora as 3 partições estão disponíveis para alocarmos como quisermos no LVM. Caso você necessite listar todos os dispositivos físicos atualmente cadastrados no LVM, utilize os comandos pvs e/ou pvdisplay. Você bem como pode remover um equipamento do LVM com o comando pvremove se quiser.Uma vez em que os dispositivos físicos neste momento estejam preparados pra serem utilizados no LVM, está na hora de começar a construir grupos de volumes. Um grupo de volume nada mais é que a descrição de qual fatia do mecanismo físico será usada nos volumes lógicos. Em nosso exemplo neste local, temos três dispositivos físicos, correto? Indo para a prática, vamos fazer o que eu argumentou acima. Acesse que acima, podemos acompanhar que os 2 grupos foram desenvolvidos exatamente da forma que a gente queria: O Grupo 01 tem um tamanho de 4GB (ou 1022 Physical Extends), quer dizer, os dois HDs de 2GB juntos.O Grupo 02 tem um tamanho de 784MB (ou 196 Physical Extends), o que corresponde ao terceiro HD. Entretanto antes de continuar, que tal se perguntar o que é esse tal de Physical Extend (PE)? Sonhe no PE como um tijolo da construção de uma moradia. 2GB. Em um grupo de volume, o tamanho do PE é a todo o momento semelhante para todos os PEs dentro do grupo, dessa maneira teu tamanho necessita ser um múltiplo desse tamanho. Um PE é uma parte do HD que quando alocado em um grupo de volume, fica acessível pra mapear em um volume lógico.Em vista disso, um volume lógico podes conter numerosos PEs de numerosos dispositivos físicos diferentes alocados em LEs (Logical Extends) de um único volume lógico. Essa distribuição é que apresenta maleabilidade ao LVM e permite ele fazer as técnicas de RAID. Isto poderá permanecer mais claro no momento em que começarmos a elaborar os volumes lógicos. No comando vgdisplay exibido acima, você podes verificar três linhas que contém definições do Physical Extend (PE): Total PE,Alloc PE / Size e Free PE / Size. O Total PE diz quantos PEs foram alocados no total para o grupo de volume: este é o total que será capaz de ser utilizados nos volumes lógicos que você irá fazer.O Alloc PE / Size é a quantidade (e tamanho) de PEs que de imediato estão alocados em volumes lógicos: como não criamos nenhum ainda, nenhum está alocado no exemplo acima. Neste instante o FreePE / Size contém a quantidade (e tamanho) de PEs livres pra montar volumes lógicos: como não criamos nenhum ainda, todos os PEs estão livres no modelo acima. Preparados os Grupos de Volume, vamos já criar os conhecidos volumes lógicos de que falamos em tão alto grau. Pra ficar menos difícil o conhecimento, considere o volume lógico como o equivalente a uma partição comum, uma vez que é assim sendo que o sistema verá este volume lógico: você poderá desenvolver, desmontar, formatar, entre outros.Como expliquei previamente, elaborar um volume lógico significa mapear os Physical Extends em Logical Extends, distribuindo deste jeito o acesso entre os HDs do Grupo de Volume e montando um volume lógico "virtual". Por esse exemplo iremos montar 3 volumes lógicos em 2 grupos de volume. No Grupo01 iremos criar um volume chamado Grupo01-raiz, ao qual montaremos na raiz, e outro volume chamado Grupo01-home, ao qual montaremos no diretório /home.

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